Monumento Nacional

Monumento Nacional ou de Interesse Nacional é considerado quando representa um valor cultural com significado para o País. Esta designação é atribuída aos bens imóveis classificados como de interesse nacional, sejam eles monumentos, conjuntos ou locais.


    Anta da Aboboreira

    Anta da Aboboreira
    Um grande dolmen de corredor do período neo-calcolítico, de 3000 a.C., sendo o mais conhecido dos cerca de 40 dolmens desta serra. É Monumento Nacional desde 1910. (Foto de Flora Cardoso)

    Anta da Agualva

    Anta da Agualva
    A Anta de Agualva está totalmente abandonada o que é incompreensível, tanto mais que se trata do único Monumento Nacional de uma das maiores freguesias da Europa.

    Anta da Barrosa

    Anta da Barrosa
    Este monumento pré-histórico tem a sua data compreendida entre os anos 2000 a 1700 a.C., é o maior e o melhor preservado Monumento Megalítico de todos os quantos identificados até então, no Vale de Âncora.

    Anta da Cunha Baixa

    Anta da Cunha Baixa
    Esta anta, datada entre 3000 e 2500 a.C., é composta por uma câmara de nove esteios e um corredor com oito esteios de cada lado, verificando-se ser local de enterramento coletivo. Alguns esteios estão partidos. É Monumento Nacional desde 1910.

    Anta da Fonte Coberta

    Esta anta é constituída por sete esteios, cobertos por uma laje com uma dimensão de 2,5 por 3,5 metros, dos quais alguns se encontravam caídos, tendo sido recuperados. Algumas esculturas e pinturas decoram as lajes.

    Anta da Herdade da Galvoeira



    Anta da Herdade da Murteira

    Monumento funerário da época entre o 4º e 3º milénio a.C. de planta poligonal de 7 esteios e corredor de que restam 2 esteios partidos, classificado como MN desde 1910.

    Anta da Herdade da Ordem

    Anta da Herdade da Ordem
    Uma Anta que é um sinal da civilização de há 5000 anos, um monumento fúnebre situado no meio de um terreno de searas, faz parte de um conjunto de antas junto da Ribeira de Almadafe, e é constituída por 7 esteios com cobertura, a formar um corredor.

    Anta da Herdade da Tisnada

    Classificada como MN desde 1910, esta anta tem a sua origem possivelmente entre o início do 4º e meio do 3º milénios a.C., tem cerca de 3 metros de diâmetro em 9 esteios de que restam 5 no local.

    Anta da Herdade de Paredes

    Classificado como MN desde 1910, a anta tem origem entre o 4º e o início do 3º milénios a.C. e é composta por uma câmara com 7 esteios de 2 metros de altura e um corredor.

    Anta da Herdade do Silval ou de Silvadas

    Classificado como MN desde 1910, a anta tem origem entre o 4º e o início do 3º milénios a.C., é composta por 7 esteios e um corredor com 4 metros de comprimento.

    Anta da Pala da Moura

    A única anta restante de um conjunto do neo-calcolítico que ali terá existido. É composta por câmara funerária de planta poligonal e laje de cobertura feita de esteios graníticos. Está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

    Anta de Carvalhal da Loiça

    A Anta de Carvalhal da Louça, Anta de Paranhos ou Anta do Fontão, está classificada como Monumento Nacional desde 1910. Tem 2,80 metros de diâmetro e 2 metros de altura, sendo composta por nove esteios, com a entrada orientada ao nascente.

    Anta de Casfreires



    Anta de Santa Marta

    Anta de Santa Marta
    A Anta de Santa Marta poderá ter sido edificada durante o terceiro milénio a.C. É constituído por sete esteios com uma laje superior.

    Anta do Tapadão

    Anta do Tapadão
    A Anta do Tapadão é um monumento megalítico de cerca de 3000 a.C. composto por sete esteios de granito, na maioria com mais de 2 metros de altura, tendo a laje frontal pouco mais de 3 metros de altura por quase 2,78 m de largura.

    Anta/Capela de Pavia

    Anta/Capela de Pavia
    Esta anta é possivelmente do IV ou III milénio a.C., mas no século XVII foi transformada em capela.

    Antiga Casa da Câmara e Tribunal

    Antiga Casa da Câmara e Tribunal
    Fazendo parte da Cidadela este edifício abrangeu duas instituições como a Antiga Casa da Câmara e o Tribunal. Provavelmente remonta ao séc. XVII.

    Antigos Paços do Concelho

    Antigos Paços do Concelho
    Este edifício dos Antigos Paços do Concelho é um edifício singular, possui uma planta retangular simples de dois pisos rematados com merlões. A fachada principal, no piso inferior, apresenta três arcos quebrados.

    Antigos Paços do Concelho

    Antigos Paços do Concelho
    Situada no núcleo histórico de Guimarães, com a fachada principal para o Largo da Oliveira, a sua edificação iniciou-se no reinado de D. João I no séc. XIV, com uma remodelação no século XVIII.