Século XVIII

O Século XVIII foi o século da revolução industrial, das ideias iluministas e acontecimentos históricos em Portugal como o terramoto de 1755. Muitos monumentos ficaram destruídos naquele fatídico dia 1 de novembro, sendo depois muitos deles reconstruídos ou recuperados, agora segundo os métodos e estilos mais recentes. Sendo o final da Época Moderna e o início da Contemporânea, foram construídos monumentos mais modernos, mais atuais, muito diferentes dos clássicos.

  • O Palácio das Sereias, do século XVIII, liga-se a uma história verdadeiramente trágica, ou simplesmente levada pelos ventos populares.
  • Edifício datado do século XVIII, pertenceu aos Condes de Avillez, em que se destaca os painéis de azulejos do século XVIII e a sua escadaria, no hall de entrada.
  • Este palácio, dos finais do século XVIII e princípios do século XIX, pertenceu ao Dr. Francisco Cordovil Caldeira de Castel Branco Mousinho de Matos, mais conhecido como Barahona.
  • O Palacete Belomonte, ou Casa dos Pacheco Pereira da qual a família é proprietária, é a demonstração de edifício apalaçado da arquitetura do início do século XVIII.
  • O palácio começou a ser edificado nos finais do séc. XVIII, mandado construir pelo Conde Carvalhal, numa arquitetura dos finais do barroco com elementos neoclássicos.
  • Num monumento com uma amplitude como este, há muitas dúvidas da sua autoria que permanecem. Também não se sabe ao certo em que ano começou a ser construído.
  • O Palácio de Pina Manique começou a ser edificado no projeto que o Intendente Diogo Inácio de Pina Manique tinha para a vila numa tentativa de a tornar grandiosa, incluindo-a talvez na rota das...
  • O Palácio Reriz situa-se na Praça da República, da primeira metade do século XVIII, foi desde então a residência principal da família.
  • Situado no centro de Lisboa, ao cimo da Calçada de Santana, este edifício do século XVIII é o exemplo puro da arquitetura neoclássica.
  • Situado na parte histórica, está junto de um antigo pano da muralha Fernandina. Foi mandado construir em 1727 por Pedro Costa Lima, fidalgo da Casa Real.
  • Datado dos finais do século XVIII e princípios do século XIX, é composto por duas partes distintas, a oriental mais antiga, e a ocidental mais recente.
  • A compra deste Palácio em 1867 por Miguel José Raio, Visconde de São Lázaro, acabou por definir o nome deste edifício como Palácio do Raio.
  • Solar dos Condes de Povolide e Palácio da Quinta da Cerca, são as duas denominações igualmente conhecidas para o edifício situado na Rua 25 de Abril, muito próximo da Igreja Matriz.
  • O Palácio dos Condes de Barbacena foi mandado construir no segundo quartel do séc. XVIII pelo 4º Visconde de Barbacena.
  • Situado ao lado do Palácio da Quinta de Pisani, este é mais um palacete residencial de campo, com a respetiva quinta, possivelmente dos sécs. XVIII a XIX.
  • Com várias denominações, faz, com o Palácio Monteiro-Mor e a Igreja de São Sebastião, o Largo de São Sebastião.
  • Palácio dos Marqueses de Alorna ou Casa da Quinta de Vale de Nabais, uma construção residencial nobre do século XVIII com elementos do século seguinte.
  • Este Palácio também é conhecido como Solar dos Pimentéis, do século XVIII, e está considerado como uma das maior residências nobres transmontanas.
  • Este Palácio é uma importante casa senhorial setecentista da cidade do Porto, erguido no séc. XVIII pelos Brandão de Melo, herdeiros do Pedro Sem.
  • Situado na Praça Carlos Alberto, esta casa típica nobre citadina foi edificada no século XVIII por José Alvo Brandão.