Estilo Gótico

O Estilo Gótico surge como resposta ao estilo românico e à austeridade que este apresentava. Representada desde meados do séc. XII em França principalmente na construção de catedrais espalhou-se pela Europa até ao séc. XVI. As construções crescem em altura usando o arco ogival quebrado, o contraforte e o arcobotante. Estes permitem dar mais leveza visual no interior notando-se também a redução da geometria e da estilização do anterior românico e criando-se a ilusão do tridimensional. Aparecem a pintura a óleo e o vitral e a pintura da paisagem.

  • O ex-libris de Santa Maria da Feira, de estilo gótico, mostra elementos de outros estilos adquiridos ao longo dos séculos.
  • Possivelmente do século XX, é composto por um tanque circular de onde sai uma coluna com uma taça circular e uma coluna terminada em pináculo.
  • Este é o elemento fundamental para a existência do Aqueduto das Águas, tornou-se no ex-libris da cidade e, segundo os entendidos, é o mais monumental chafariz gótico nacional que chegou até agora.
  • Da época medieval, a cisterna está efetuada em cantaria, o que comprova a presença árabe na vila.
  • O início do Convento de São Francisco aconteceu oitenta anos depois do início do projeto, mais concretamente em 1348, com o apoio da nobreza local e do rei D. Dinis.
  • Do Convento de São Francisco subsiste somente a igreja e o claustro, situado na Rua 31 de Janeiro, zona privilegiada da cidade desde do século XIII.
  • Fundado no século XIII (1251), apresenta uma construção do estilo gótico. O seu interior tem três naves e seis tramos, tendo sofrido algumas alterações do original.
  • Situada no centro, na praça Dr. João Abel de Freitas, próximo da Igreja Matriz, este edifício construído no século XVI vem de acordo com a arquitetura civil residencial e moderna da época.
  • Pertencendo à confraria de São Roque, este pequeno templo teve origem no tardo-gótico quinhentista com motivos manuelinos e mudéjares.
  • Situa-se na Calçada das Figueiras, ponto estratégico para a cidade medieval, uma vez que se encontrava no perímetro muralhado ligando com as zonas ribeirinhas.
  • Com mais três títulos como a Fonte Gótica, Fonte do Infante e dos Garfos, com uma data provável de 1313, foi mandada erigir pela Rainha Santa Isabel aquando da sua estadia em Atouguia.
  • Esta fonte é do século XV, mais concretamente de 1434, mandada erigir por D. Afonso, sendo esta uma obra única da arquitetura gótica portuguesa.
  • Situada no centro da aldeia, esta fonte gótica apresenta um pequeno tanque, local para onde água caía ao sair da boca.
  • Uma torre de menagem e uma entrada, é o que resta de uma fortaleza que aqui existiu. Sem qualquer referência do seu início, apenas que é dos primeiros anos da Monarquia Portuguesa.
  • Situado na ponta nordeste à entrada da baía de Machico, é conhecido também como Forte do Desembarcadouro devido a ser aqui que desembarcaram os descobridores da Madeira.
  • De origem românica, a sua primitiva construção data do século XIII ou XIV, tendo sido acrescentados os púlpitos exteriores e o coro-alto no século XVI ou XVII.
  • Em finais do séc. XVI o bispo D. Afonso Castelo Branco mandou edificar a Igreja da Misericórdia sobre as ruínas da antiga ermida do Espírito Santo numa mistura do barroco e manuelino.
  • Com data de construção anterior a 1120, apresentando uma planta longitudinal composta por uma só nave e uma capela-mor retangular.
  • Proveniente do Mosteiro de São Martinho de Manhente, apenas o que resta é a Igreja e a Torre, consideradas como uma das maiores obras precoces do Românico Português.
  • Igreja Matriz de Idanha-a-Nova, uma edificação medieval reconstruída no séc. XVI apresenta características renascentistas e góticas.