Estilo Manuelino

Este estilo, também denominado de gótico português tardio ou flamejante, surgiu durante o reinado de D. Manuel I embora já existisse no reinado anterior, de D. João II. Sendo uma variação portuguesa do gótico final, a sua caraterística mais importante é a exuberância de formas que se pode ver melhor em janelas, embora surjam em outros elementos como igrejas, portas, pelourinhos, túmulos e até em ourivesaria. Nas esculturas deste estilo, em pedra, cruzam-se diversos símbolos naturalistas, fantásticos, cristãos, da alquimia ou da tradição em contexto alegórico, esotérico ou moralizante ou mesmo de propaganda ao poder do rei D. Manuel I. Surge diversas vezes a esfera armilar, a divisa que lhe foi conferida pelo seu antecessor D. João II, e a Cruz de Cristo.

  • Situada na rua principal que vai dar à praça D. João III, a Alfândega é um edifício do século XV que é atualmente a Casa da Cultura Mirandesa.
  • Sendo Coimbra formada por tantos e maravilhosos edifícios, o café de Santa Cruz é sem dúvida uma das jóias da cidade. Situado no Largo Oito de Maio, paredes meias com a igreja do mesmo nome, este...
  • Considerado o maior edifício civil da vila, teve a sua função até ao ano de 1956. Pertence aos sécs. XV e XVI, durante o reinado D. Manuel.
  • Acredita-se que este templo tenha sido o primeiro existente na aldeia, sendo muito provavelmente do período da Primeira Dinastia, sendo então uma ermida.
  • Este pequeno templo religioso é o ex-libris da Ilha da Madeira e consequentemente da Cidade do Funchal, pois tornou-se no primeiro templo religioso erguido nesta Ilha.
  • Esta capela é datada do séc. XVI, em estilo manuelino. É composta de uma planta longitudinal com uma nave e uma capela-mor mais estreita.
  • Edifício do início do século XVI, esta capela tem uma planta centralizada e de estrutura octogonal rematado por uma cúpula renascentista.
  • Esta capela é um marco histórico porque foi aqui o ponto de encontro das tropas de D. João I e Nuno Álvares Pereira para a Batalha de Aljubarrota.
  • Com uma resenha histórica quase inexistente no património da vila, tudo indica que começou por ser uma ermida de seu nome Nossa Senhora da Assunção.
  • Esta capela foi edificada pela fé dos pescadores locais, sendo dos finais do séc. XV, restando atualmente o portal gótico de arquivolta relevado.
  • Edificada no início do século XVI, desta capela só resta o portal manuelino. De uma planta simples, é formada por uma só nave retangular.
  • Com o número 48, esta casa situa-se em frente da Sé ou Igreja Matriz. Não sendo uma casa solarenga, e devido à sua localização, há a possibilidade de ter pertencido a uma família abastada da vila.
  • Edificada no séc. XVI, possui dois pisos em que na fachada principal exibe quatro janelas, sendo as do meio geminadas sob o estilo manuelino.
  • Também denominada por Solar de Camarido, está situada próximo da Estação de Caminhos de Ferro, na parte nova da vila de então. Casa quinhentista, dos inícios do século XVI, é considerada o solar...
  • O conjunto dos Coimbra, assim denominado à Casa e Capela, está situado no centro histórico, com a casa para o largo de Santa Cruz e a Capela para o largo de São João de Souto.
  • Este edifício típico manuelino, situado na baixa da cidade, pode corresponder aos finais do séc. XVI, mantendo esta nova linha de transição.
  • Atualmente limitado à existência de uma torre e de uma janela manuelina, o Castelo de Vidigueira foi alvo de vários donatários.
  • O castelo de Óbidos, mistura do diversos estilos, é anterior à nacionalidade portuguesa e referido em documentos de 1153.
  • Em 1418, sob o Infante D. Henrique, Mestre da Ordem, foram construídos claustros entre a charola e a fortaleza templária.
  • Este complexo, exteriormente apenas uma torre e residência senhorial, tem origem numa vila tardo-romana dos séculos IV e V.