Igreja de Santa Maria dos Olivais
Igreja e Torre Sineira
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Fachada lateral
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Fachada frontal
 
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Torre Sineira

A Igreja de Santa Maria dos Olivais, ou do Olival, foi edificada num perímetro onde se encontrava uma cidade romana de Sellium, da qual foram descobertas estruturas que serviam de suporte para os alicerces do templo.

 
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Fachada lateral
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Fachada lateral
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Fachada posterior

A primitiva igreja remonta ao século XII, a mando de D. Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, para servir de cemitério dos freires, sendo ele próprio sepultado no interior. A atual igreja corresponde ao século XIII, ao reinado de D. Afonso III, instituído como a obra mais emblemática da arquitetura gótica nacional. O seu modelo planimétrico serviu de exemplo para outros templos religiosos, tanto catedralícios como conventuais do norte ao sul.

Igreja de Santa Maria dos Olivais
Porta
principal
Igreja de Santa Maria dos Olivais
Rosácea

De planta retangular, é formada por três naves e capela-mor. A fachada principal é formada por três panos, com o central a abrir-se para o portal em arco apontado por arquivoltas e inscrito em gablete, encimado por uma exuberante rosácea que filtra luz para o interior. Os panos laterais ajustam-se obliquamente ao central. A torre sineira situa-se a poucos metros em frente à fachada principal do templo.

Entretanto, nos séculos seguintes, a função funerária manteve-se por excelência ao ponto de no século XVI a face sul do templo fosse enriquecida com capelas privadas com feição maneirista, no qual, entre 1525 e 1528, foi sepultado D. Diogo Pinheiro, o primeiro bispo do Funchal.

A Igreja de Santa Maria dos Olivais contribuiu para o alargamento da lista de 1910, como Monumento Nacional.

Coordenadas GPS: N 39 36.088' W 008 24.459'  (39.60147, -8.40765)

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