Casa Grande de Romarigães
Casa Grande de Romarigães
Casa Grande de Romarigães - janela
Casa Grande de Romarigães - capela

A Casa Grande de Romarigães é a prova existencial de que não passa só do título de um livro, cujo autor se denomina de Aquilino Ribeiro. A freguesia existe, a casa ainda continua grande, não talvez nas melhores condições, mas existe, contrariando aqueles leitores de que pensavam que o título do romance não passava simplesmente de ficção. O amor do escritor por esta zona do Alto Minho foi tão grande que o resolveu homenagear através de um livro.

A Casa Grande, assim ficou para sempre, é um edifício do século XVII, época em que se instituiu o vínculo de Nossa Senhora do Amparo, nome este dado à capela da casa. Passou por momentos conturbados quando a Família Meneses de Montenegro perdeu a casa num processo judicial, acabando por ir para a posse do escritor Aquilino Ribeiro, através do casamento com a filha de Bernardino Machado. Sofreu restauro já no século XX.

A casa, com portão ao centro, apresenta-se de um lado uma casa de planta quadrada de dois pisos e do outro lado a igreja. Esta foi edificada no ano de 1700, apresenta-se com um portal de verga reta delimitada por pilastras rematadas por pináculos. O portal está ladeado por duas janelas idênticas com frontão de alestas. É encimado por três nichos com os respetivas imagens de santos e um óculo central profundamente decorado. A empena é rematada por um campanário quadrado.

Entretanto "A Grande Casa de Romarigães", está classificada como Imóvel de Interesse Público, desde o ano de 1986.

Coordenadas GPS: N 41 52.020' W 008 37.539'  (41.86700, -8.62565)

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