Forte da Consolação
Forte da Consolação
Forte da Consolação

Tendo também o nome de Forte de Nossa Senhora da Consolação, esta fortaleza surgiu no âmbito de reforçar a defesa da enseada de Peniche cruzando fogo com a fortaleza da vila. Esta edificação ocorreu em 1641 a mando do D. Jerónimo de Ataíde, Conde de Atouguia e Senhor de Peniche.

Num espaço de cento e cinquenta anos o forte teve campanhas de obras e também foi vitima do grande terramoto sofrido em 1755 que destruiu parte da bateria voltada para o mar. As obras foram feitas no âmbito de ampliações, sendo a primeira para a estrutura da plataforma e a segunda que visava um aumento do poder de fogo, e com isto o aumento da bateria que suportava quinze canhões para a defesa da enseada.

Descrição

Desenvolve-se numa planta estrelada com quatro baluartes triangulares e cinco plataformas onde estão dispostas as bocas de fogo, mantendo a estrutura maneirista original. O acesso ao interior é feito através de uma ponte, devido à existência de um fosso.

A entrada é feita por um portão de arco de volta perfeita, possui moldura de aparelho rusticado ladeado por duas pilastras. Encimado pelo entablamento do portão, foi colocada uma lápide com uma inscrição alusiva à edificação da fortaleza, e coroado pelo escudo Nacional.

Classificação

Está classificado com Monumento Nacional, desde o ano de 1978.

Localização

Coordenadas GPS: N 39 19.469' W 009 21.650'  (39.32448, -9.36083)

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Consolação, publicado em por