Já em 960 o Castelo de Numão marcava a sua presença documentada, quando foi doado pela D. Chamôa Rodrigues ao Convento de Guimarães, através da sua tia Condessa Mumadona.

Castelo de Numão
Castelo de Numão
Castelo de Numão
Castelo de Numão
Castelo de Numão
Castelo de Numão
Porta do Castelo
Porta do Castelo

Também serviu de palco aos Mouros, segundo alguns Numão terá sido reconquistado por Fernando I, o Magno, de Leão, em 1055. Entretanto com as investidas dos Árabes, acreditava-se que a Vila de Numão teria ficado ao abandono, mas D. Fernão Mendes de Bragança e seus filhos dão-lhe o primeiro foral.

Castelo de Numão
Castelo de Numão
Castelo de Numão - interior
Interior do Castelo
Castelo de Numão - interior
Interior do Castelo
Castelo de Numão - interior
Interior do Castelo

Com estas guerras todas, o Castelo primitivo deve ter sofrido bastante, levando a que nele se realizassem obras de melhoramento em 1189 no reinado de D. Sancho I.

Em 1247, pelas mãos de D. Afonso, Lopes de Baião torna-se representante régio do Castelo, ficando assim a exercer funções de caráter administrativo e militar. Continuando a sua existência, e por isso, para a conservação do Castelo, D. Dinis manda-o reconstruir em 1285.

Em 1512, com tantas histórias de que este Castelo foi palco, D. Manuel concede-lhe a carta de foral nova, isto numa época em que Numão estaria com uma população de 300 moradores.

De planta de configuração irregular, quase não apresenta ameias, possui três portas (a do Poente, a do Arco e a de S. Pedro), torre de Menagem e quatro torres. Integra, intra-muros, ruínas da Igreja Românica de Santa Maria.

Porta do Castelo
Porta do Castelo
Castelo de Numão - interior
Interior do castelo
Castelo de Numão - interior da torre
Interior da torre
Castelo de Numão - cisterna
Cisterna

Este monumento foi dos primeiros a tornar-se Monumento Nacional, em 1910.

Coordenadas GPS: N 41 05.961' W 007 17.480'  (41.09935, -7.29133)
Numão, publicado em por

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