Pelourinhos

Um Pelourinho é uma coluna de pedra colocada num local público de uma cidade ou vila, tradicionalmente em frente da Câmara Municipal ou de outros organismos oficiais, onde eram punidos e expostos os criminosos ou delinquentes para a vergonha pública. Os presos eram amarrados às argolas desses pelourinhos e açoutados ou mutilados. Sendo considerados como o padrão ou o símbolo da liberdade municipal, eram erigidos após a elevação de uma localidade a sede de concelho.

  • Porto de Mós, um concelho cujo estatuto é reconhecido com o primeiro foral atribuído pelo rei D. Dinis, em 1305, confirmado com o novo foral em 1515, pelo rei D. Manuel.
  • Igreja de construção do século XIV de origem românica e reestruturada no século XVI, tem interior de três naves com púlpito renascentista adossado à nave central.
  • É o que resta na atualidade deste Pelourinho em granito com formato hexagonal de quatro degraus encimados por apenas uma pedra.
  • Com as reformas manuelinas da administração local, o foral de Castelo Mendo foi renovado e então foi mandado erigir o Pelourinho, decorria o ano de 1510.
  • Com sete degraus quadrados, sai desta base uma coluna em cordão com uma argola de ferro no meio, encimada por um capitel ostentando o brasão de D. Manuel I e as armas dos donatários de Murça.
  • Este pelourinho situa-se à entrada sul da vila. Possivelmente é de construção recente não representando qualquer facto histórico.
  • Eleva-se sobre um soco de dois degraus circulares, sobre o qual se ergue a coluna e remate. A base é poligonal e talhada no mesmo bloco da primeira parte do fuste.
  • A Vila da Ericeira teve foral em 1229, confirmado por D. Dinis em 1295, e foral novo por D. Manuel I em 1513, sendo erguido o pelourinho em estilo manuelino.
  • Este exemplar da arquitetura civil, símbolo da autonomia municipal e judicial, é do séc. XVI pela renovação dos forais por D. Manuel I.
  • Este pelourinho, apesar da simplicidade, foi alvo de muitas atribulações que contribuiram para que este atualmente seja apenas uma reconstrução feita na década de 1940.
  • Pelourinho assente numa base de quatro degraus, um fuste cilíndrico liso encimado por capitel em forma de cálice.
  • O pelourinho de abadim deve-se ao facto de Abadim ter sido couto municipal e chegou a ser vila, com a carta de foral dada por D. Manuel em 1514.
  • Erigido no século XVI, foi desmantelado estando os fragmentos no Museu de Aveiro. Para o representar, foi criada uma réplica deste pelourinho.
  • Situado um pouco fora do habitual dos pelourinhos, este está a pouco mais de dois quilómetros do centro da localidade.
  • Construído em 1883, apresenta duas grandes facetas, o revivalismo e o romântico. O capitel apresenta elementos do neo-manuelino.
  • Como a Igreja Matriz, também é datado provavelmente do séc. XVI, momento da renovação do foral da vila por D. Manuel.
  • Ao ser-lhe atribuído em 1273 o seu primeiro foral por D. Afonso III, gozou de um estatuto provincial, político e social.
  • O Pelourinho de Alfeizerão foi levantando no séc. XVI e, como tantos outros deste País, acabou por ser derrubado durante o séc. XIX, perdendo-se assim as peças que o constituíam. Tendo sido...
  • O primeiro foral para Algoso foi no ano de 1480 pelas mãos de D. Afonso V, tendo o segundo ocorrido anos mais tarde, em 1510, por D. Manuel I.
  • Este pelourinho do século XVI está uma forma completamente fora do normal, assente sobre um enorme bloco de granito e sem degraus. O fuste é cilíndrico e liso, com dois metros de altura.