Palácio

Em Portugal existem palácios por toda a parte, que foram construídos destinados à habitação das famílias reais, dos nobres, dos chefes de estado ou do clero. O seu uso atual na maior parte dos casos mudou para hospitais, museus ou hotéis.

  • Situado ao lado do Palácio da Quinta de Pisani, este é mais um palacete residencial de campo, com a respetiva quinta, possivelmente dos sécs. XVIII a XIX.
  • Mais um monumental palácio barroco do século XVII, de uma planta retangular formado por três pisos, sendo o térreo ocupado por lojas e arrecadações e o seguinte por serviços.
  • O Palácio dos Duques de Aveiro é um edifício do Renascentismo Clássico, construído por D. Jorge de Lancastre no início do século XVI.
  • Com várias denominações, faz, com o Palácio Monteiro-Mor e a Igreja de São Sebastião, o Largo de São Sebastião.
  • O Palácio dos Figueiredos de Condeixa é atualmente o edifício dos Paços do Concelho de Condeixa-a-Nova.
  • O Palácio dos Governadores também foi usado para a Vedoria Geral da Beira, edifício do final do século XVII e princípios do XVIII.
  • Situado na Rua do Esquível, o Palácio dos Maldonados foi mandado edificar no séc. XVI por uma família local Furtado Mendonça, para a qual serviu de residência.
  • O Palácio do Marquês de Abrantes está num local onde existiu no século XII um convento da Ordem Militar de Santiago.
  • Palácio dos Marqueses de Alorna ou Casa da Quinta de Vale de Nabais, uma construção residencial nobre do século XVIII com elementos do século seguinte.
  • Em ruína, apenas se mantendo duas paredes, é de meados do séc. XV, a mando de D. Gonçalo de Albuquerque, para os Senhores e Condes de Vila Verde e Marqueses de Angeja.
  • Este Palácio também é conhecido como Solar dos Pimentéis, do século XVIII, e está considerado como uma das maior residências nobres transmontanas.
  • O verdadeiro ex-libris da vila da Lousã, que se encontra situado na rua da Viscondessa do Espinhal, no centro histórico da vila, símbolo do desenvolvimento que a vila teve.
  • O Palácio dos Sás foi um dos maiores palácios do país, construído no início do século XVII, que ficou, tal como outros palácios, arruinado após o ataque pelas Invasões Francesas.
  • Um palácio do século XVII, no reinado de D. Filipe II, numa iniciativa de Diogo Soares que era Secretário de Estado do Conselho de Portugal em Madrid.
  • Este Palácio é uma importante casa senhorial setecentista da cidade do Porto, erguido no séc. XVIII pelos Brandão de Melo, herdeiros do Pedro Sem.
  • Situado na Praça Carlos Alberto, esta casa típica nobre citadina foi edificada no século XVIII por José Alvo Brandão.
  • Com o crescimento urbano, primeiro desenvolvendo-se para o lado do rio e depois para o lado da montanha sobranceiro à vila, ali começaram a surgir novas ruas. Com estes novos arruamentos surgiu o...
  • No Largo do Município ergue-se o Palácio Eugénio Silva, um edifício do séc. XVII de linhas clássicas traduzido num maravilhoso exemplar da arquitetura civil urbana.
  • O Palácio Foz, originalmente Palácio de Castelo Melhor e pertença desse marquês, foi construído no fim do século XVIII em estilo neoclássico.
  • Um edifício de contorno palaciano urbano do séc XVI, provavelmente serviu de residência ao Frei António de Lisboa ou aos seus familiares.