Convento ou Mosteiro

Os romanas criavam espaços para reunião dos cidadãos para efeitos jurídicos ou administrativos. Estes espaços eram denominados de conventos. Posteriormente o termo passou a ter um significado religioso designando as construções para onde os homens ou mulheres se retiravam em comunidades religiosas.
Enquanto um convento era uma construção dentro da região urbana de uma localidade, o mosteiro era construído fora dessa região urbana. No entanto, devido à expansão das anteriormente pequenas localidades, muitos mosteiros passaram a estar incluídos dentro e não fora das povoações.

  • Datado do século XVIII, o templo é um dos mais sumptuosos do Algarve, querendo rivalizar com o Convento dos Frades Descalços que naquele tempo se encontrava em construção.
  • A Igreja, sendo do século XIII, pertenceu ao antigo Convento feminino fundado no século XII, a quem D. Afonso Henriques concedeu o couto em 1141.
  • A estação de S. Bento foi erguida no príncipio do séc. XX sobre as ruínas do Convento de S. Bento de Avé-Maria, datado do séc. XVI.
  • Forte de Ínsua é o resultado dos caprichos da natureza-Mãe com o engenho e arquitetura do ser humano, transformando uma pequena ilha rochosa num Forte, situada a quinhentos metros da praia de Moledo.
  • Este monumento de estrutura militar teve a sua fundação num convento franciscano, com o nome de Convento de Nossa Senhora do Rosário.
  • O edifício foi criado para receber o Colégio Jesuíta em 1579, com o apoio financeiro do Cardeal D. Henrique, tendo sido inaugurado catorze anos depois.
  • Esta Igreja da Boa Hora faz parte de conjunto conventual fundado em 1758, em estilo barroco. É atualmente a Paroquial de Nossa Senhora da Ajuda.
  • O hospital e o templo quinhentistas foram demolidos e as obras de construção do novo arrastaram-se para o século XVIII, terminando assim com o financiamento de D. João V.
  • A Igreja de Chelas, antigo Convento de São Félix e Santo Adrião de Chelas, ficou desde 1290 a pertencer à Ordem de Santo Agostinho.
  • A Igreja de Lamas do Mouro, também conhecida por São João Baptista, foi um antigo Mosteiro de Templários. Após a supressão desta ordem em 1344 o cenóbio reverteu à coroa.
  • Proveniente do Mosteiro de São Martinho de Manhente, apenas o que resta é a Igreja e a Torre, consideradas como uma das maiores obras precoces do Românico Português.
  • Edificado na primeira metade do século XVII, este templo religioso fez parte do antigo Convento de Nossa Senhora da Encarnação de Carmelitas Descalços.
  • Mais outro conjunto conventual que seguiu a linha de construção das Igrejas Conventuais Carmelitas, com uma planta de cruz latina de transepto reduzido e as naves com capelas comunicantes cobertas...
  • A Igreja de S. Francisco está ligada ao convento com o mesmo nome. Teve uma reedificação iniciada em 1591, sendo a original possivelmente anterior a 1518.
  • A Igreja de S. Miguel de Vilarinho é o que resta de um Mosteiro fundado neste lugar pelos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.
  • A sua fundação deu-se em 1070, sendo atribuído a D. Toure Serrão, apesar de o primeiro documento referente a uma permuta de propriedade referir o ano de 1096.
  • Deste conjunto conventual só a igreja se manteve até agora, sendo considerado como o maior templo gótico do núcleo escalabitano.
  • A freguesia de Arnoso apresenta este testemunho arqueológico, um belo exemplar do estilo românico, uma construção do século XII.
  • Neste local da Igreja, a única certeza de que há memória sobre esta edificação religiosa é que, em 1152, D. Mafalda mulher de D. Afonso Henriques patrocinou a construção de um Mosteiro.
  • A Igreja de Almoster é o único elemento que resta, com algumas ruínas do claustro que resistem, do que foi o Convento Gótico de Santa Maria de Almoster.