Sendo o elemento mais significativo da freguesia, remonta ao início do século XII. Não lhe é conhecido qualquer foral com estatuto civil, assim o Pelourinho representa o poder eclesiástico.

História

Pelourinho de Moure

O elemento mais significativo da freguesia, remonta ao início do século XII, em que esta foi designada a Couto do Mosteiro de Moure pelo Conde D. Henrique e, por isso, pertenceu ao cabido da Sé de Braga. Contudo não lhe é conhecido qualquer foral com estatuto civil, sendo-lhe este estatuto atribuído pelos senhores eclesiásticos.

Assim, a condição de Moure é eclesiástica e, ao contrário do que é habitual, o Pelourinho representa o poder eclesiástico. Este poder foi a mando do Frei Agostinho de Jesus, o então Arcebispo de Braga entre 1568 e 1609, em Agoela, sendo mais tarde transportado para o Solar de Gondomil.

Descrição

Pelourinho de Moure

A sua edificação ergue-se numa plataforma de dois degraus quadrados, em que a base da coluna se assemelha a um terceiro degrau, ligeiramente mais alto.

A coluna é cilíndrica e lisa, decorada apenas com o escudo de armas do Frei Agostinho junto ao topo. O remate é piramidal, com a mesma secção da coluna.

Classificação

Foi considerado como Imóvel de Interesse Público desde 1933.

Localização

Este Pelourinho está situado nos terrenos do Solar de Gondomil, a oeste da sua fachada principal.

Coordenadas GPS: N 41 38.473' W 008 28.314'  (41.64122, -8.47190)

Referências

Temas / Tags

Moure, publicado em por