Tal como a Capela Santo António, este edifício barroco oitocentista que se encontra na Praça de Santo António é dos poucos que permite um olhar diferente. Não se conhecendo qualquer história sobre o edifício, resta-nos apenas a ideia de que o edifício foi construído para albergar os Paços do Concelho.
Atualmente, este belo exemplar da arquitetura civil oitocentista deu lugar à Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, uma homenagem à sua vida e obra, uma vez que este Senhor doou boa parte da sua biblioteca particular. Vilaverdense de origem, destacou-se como professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo por isso a biblioteca o seu nome.
Edifício com a fachada principal a norte, é constituído por dois pisos de três panos. O pano central está delimitado por pilastras e finalizado por um frontão semi-circular. No piso térreo apresenta um portal ladeado por duas janelas, todas com aberturas curvas. A estes sobrepõe-se um entablamento também curvo que une com a sacada em ferro, no primeiro piso.
A sacada alberga três janelas, também em moldura curva, encimada por um entablamento também curvo. Nos panos laterais apresenta quatro janelas em cada lado, todas em verga reta. O restante edifício é formado por rasgos em moldura reta. No cume do telhado apresenta uma clarabóia.
Este ponto está situado na localidade Vila Verde, na freguesia Vila Verde e Barbudo.
A Biblioteca situa-se na Praça de Santo António, no final do jardim da Praça da República, no centro de Vila Verde.
(Distância: 42 m SE)
A pequena Capela de Santo António, um exemplar barroco do século XVIII, situa-se próximo do centro de Vila Verde. Segundo uma inscrição na porta da sacristia, é datada de 1721.
(Distância: 112 m S)
Edifício novo em forma de L, construído para satisfazer as necessidades do concelho, situa-se precisamente nas traseiras do antigo edifício dos Paços do Concelho, atualmente Biblioteca Municipal.
(Distância: 246 m NE)
Uma interessante maneira de transformar a vila em algo mais confortante tanto para os residentes como para quem lá passa, uma estrada principal ladeada por árvores.
(Distância: 806 m SE)
A Igreja Velha, do século XVI, serviu a localidade até ao início do século XX, sofrendo obras nos séculos XVIII e XIX, até ao seu aspeto atual.
(Distância: 811 m SE)
Uma sepultura antropomórfica, nas traseiras da Igreja Velha, confirma a existência humana neste local no período anterior da época medieval.
(Distância: 3 km S)
O Santuário foi construído, em virtude de uma promessa feita pelo pároco local Xavier Fráguas, no século XVIII, mas só terminado no século XX.
(Distância: 3 km SE)
É um pequeno troço que constituía uma via de Braga para norte, permitindo a passagem pelo Mosteiro de Renfufe.
(Distância: 3 km SE)
O Mosteiro de Santo André de Rendufe é um dos poucos exemplos de mosteiro que têm a sua origem no tempo do Conde D. Henrique.
(Distância: 3 km W)
Considerada uma das sete maravilhas da freguesia de Moure e o ex-libris desta freguesia, a Casa ou Solar de Gondomil foi-se afirmando a partir do século XVIII, ano da sua edificação.
(Distância: 3 km W)
Sendo o elemento mais significativo da freguesia, remonta ao início do século XII. Não lhe é conhecido qualquer foral com estatuto civil, assim o Pelourinho representa o poder eclesiástico.